Detecção de minas


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De um aquartelamento sai uma coluna auto que integra viaturas de transporte de pessoal (por exemplo: unimogs) e autometralhadoras Daimler. Inicialmente, ainda nas imediações do quartel, por se considerar que a existência de minas anti-carro é muito improvável, os militares seguem nas viaturas. Porém, logo que a segurança diminui e a hipótese da existência de minas aumenta, parte do pessoal apeia e inicia as acções de detecção. Neste caso, verifica-se a aplicação de dois tipos de práticas: a utilização de um detector de minas electro-magnético, sensível a minas com invólucro metálico e a picagem da via para detecção de minas de invólucro de madeira. No primeiro, o militar que utiliza o detector tem que usar uns auscultadores porque a sinalização da mina é feita por alteração do ruído de fundo emitido pelo aparelho. O segundo exige vários militares trabalhando em simultâneo para garantir a total cobertura da picada em toda a sua largura, muito embora seja mais provável a colocação da mina sobre o trilho por onde circulam as rodas. No final deste recorte, as imagens mostram que foi detectada uma mina e que se inicia o trabalho de a pôr a descoberto, para se proceder ao seu levantamento ou rebentamento. Se optar pela primeira hipótese, o militar que faz esse trabalho deve ser um sapador. Muitas vezes os guerrilheiros, para aumentar o número de baixas entre as NT, combinava a colocação de fornilhos ou armadilhas nas imediações do local onde a mina estava implantada e onde seria lógico que os militares se abrigassem, enquanto se procedia à acção de levantamento ou de rebentamento da mina. Nesta força, vê-se que, além dos militares, participam milícias na patrulha e na picagem do itinerário.