Guiné


Guiné

Enquanto em Angola e Moçambique foram constituídos comandos navais, na Guiné foi criado o Comando de Defesa Marítima, de categoria inferior.

Em Julho de 1963, o dispositivo da Marinha na Guiné era constituído pelo Comando da Defesa Marítima da Guiné, pelo Comando da Esquadrilha de Lanchas de Fiscalização, pela fragata Nuno Tristão, por três lanchas de fiscalização pequenas, Bellatrix, Canopus e Deneb, três lanchas de desembarque, um destacamento de fuzileiros, o DFE2, e uma companhia de fuzileiros, a CF3.

No início de 1964, este dispositivo já se encontrava reforçado com duas lanchas de fiscalização grandes (LFG) e quatro lanchas de desembarque pequenas (LDP), e ainda com mais dois destacamentos de fuzileiros especiais, os DFE 7 e 8.

Em meados de 1964, a Marinha na Guiné recebeu mais duas LFG, doze lanchas de desembarque médias e mais um DFE.

Este dispositivo, constituído pelo Comando de Defesa Marítima e pela Esquadrilha de Lanchas, e os meios:

- uma fragata;
- cinco LFG;
- três LFP;
- uma LDG, Alfange;
- dezoito LDM;
- seis LDP 

Estes meios vão manter-se quase inalterados até ao fim da guerra, sendo acrescidos apenas de mais duas LDG, que se juntam à Alfange, primeiro a Montante e mais tarde a Bombarda.

Os fuzileiros dispunham de 4 DFE e 2 CF.

Em 1967, foi atribuído ao Comando da Defesa Marítima da Guiné uma Secção de Mergulhadores Sapadores.

Em 1971, integrando-se na política de africanização da guerra conduzida pelo general Spínola, foram criados dois destacamentos de fuzileiros especiais africanos, os DFE 21 e 22.


Índice
1 - Marinha
2 - Angola
3 - Guiné
4 - Moçambique.
Multi-média
» Fuzileiros...
» Desembarque de...
» Dispositivo da...